Suécia ganha 1ª degustação de vinhos brasileiros

Recebi essa informação através do pessoal do Ibravin e fiquei muito contente, pois tenho um carinho especial pela Suécia, afinal de contas morei lá (em 1996-1997) e até hoje tenho bastante contato com as pessoas de lá. Aliás, estou querendo visitá-los novamente faz algum tempo, mas não tem sido fácil (tempo e dinheiro, claro).

E saber que finalmente os nossos vinhos chegaram lá nas terras geladas da Escandinávia me deixa bastante satisfeito. Pelo que conversei com alguns amigos e também com uma jornalista de lá, o consumo de vinhos vem aumentando e os suecos são bastante receptivos em relação a novidades de outros países. E tenho certeza que foi um grande choque beber bons vinhos do Brasil, afinal de contas o que eles conhecem de nós por lá no quesito bebidas alcóolicas é a capirinha!

O evento de degustação foi realizado em Estocolmo (capital do país) e contou com o patrocínio do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e presença de cinco vinícolas integrantes do projeto Wines of Brasil: Aurora, Casa Valduga, Lidio Carraro, Miolo e Salton.

Algumas informações sobre a Suécia e o consumo de vinho:
A Suécia possui um consumo per capta de 26 litros de vinho e derivados ao ano e tem crescido bastante o seu consumo de vinho rosé e de espumante. O país escandinavo é um dos oito mercados-alvo a serem atacados nos próximos dois anos pelo projeto Wines of Brasil. Os demais países prioritários para a promoção dos vinhos brasileiros são Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Hong Kong, Países Baixos, Polônia e Reino Unido.

O mercado de vinhos na Suécia
•Produção: Praticamente inexistente, devido às condições climáticas;
•Importação: Corresponde a quase todo o valor consumido;
•Consumo: 160 milhões de litros;
•Consumo per capta: 26 litros;
• A Austrália é o principal fornecedor, seguido da África do Sul e Itália;
•A participação da Austrália cresceu 31,7% de 2006 a 2007, sendo que o maior crescimento no mesmo período foi da Nova Zelândia (47%);
•Outros crescimentos expressivos foram obtidos pelo Líbano (42,2%) e Áustria (33,2%);
•Os países com as maiores perdas de mercado foram a Romênia (-23,7%) e Grécia (20,8%);
•54% do mercado é de bag-in-box. O seu consumidor é fiel e está numa faixa etária maior, com renda acima da média;
•Há um aumento de consumo de vinhos tintos mais caros, entre US$ 10 e US$ 15. E o segmento dos mais baratos está diminuindo;
•Há uma maior aceitação para tampas-rosca, especialmente nos vinhos brancos.

Fonte: Ibravin

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