Badejo, o restaurante da moqueca capixaba em São Paulo

Em setembro desse ano eu fiz uma ação para o Casillero del Diablo (www.guiadodiablo.com.br) e a “dura” tarefa era buscar 30 lugares legais em São Paulo para se comer e beber bem. O guia foi um sucesso. Mas depois de terminado, me bateu uma sensação de “faltou provar algumas coisas em alguns restaurantes”.

Aí não tive dúvida: voltei a alguns e um deles foi o restaurante Badejo, que fica em Moema e que serve uma moqueca de deixar qualquer um babando. Fui lá, provei a moqueca de Abadejo e adorei (vejam o post do Badejo no Guia do Diablo). Pois bem, não satisfeito, voltei lá para provar dessa vez a Moqueca de Lagosta. Sim, meus amigos, é moqueca das boas e cheia de lagostas.

Mas para começar eu resolvi pedir uma casquinha de Aratu, que é como um carangueijo. Como já conhecia a casquinha de siri e tinha aprovado, queria conhecer algo novo. O Aratu tem uma carne um pouco mais escura e com sabores mais fortes de mar. Também muito saborosa.

Veio então a tão esperada moqueca, que como sempre, chega borbulhando na panela de barro, o que é um show à parte. Pedi a pequena (300g) que dá tranquilamente para duas pessoas (a não ser que o seu colega seja o Fred Flintstone) e você sai de lá muito satisfeito e já pensando em voltar.

Pra acompanhar levei um vinho que eu tinha comprado há algum tempo, que é um Borgonha feito com a uva Chardonnay (como se fosse um Chablis), que tinha uma excelente acidez e combinou perfeitamente com o prato.

Só não recomendo as sobremesas de lá, que são daquelas congeladas. Em Moema tem muita coisa legal para terminar a refeição em grande estilo, mas aí é por sua conta.

Eu adorei a minha segunda vez e já estou programando a terceira. Quem sabe a gente não se encontra por lá? Veja aqui o site do Restaurante Badejo.

Um abraço

Daniel Perches

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2 Comentários

  1. 1

    Daniel

    Não conheço esse restaurante, mas sugiro ver no cardápio se eles servem a torta capixaba. É uma torta criada especialmente para a semana santa. É dos deuses as elaboradas no Espírito Santo.
    Inclusive, se possível, quando você provar enviar-me por e-mail seus comentários e com qual vinho você harmonizou.
    Essa torta é feita com mariscos, bacalhau desfiado, peixe, temperos da região e bastante ovos batidos que é o que dá a liga. Não leva farinha de trigo.
    Como morei muitos anos em Vila Velha conheço bem as boas comidas capixabas.

    Abraços e bom apetite

  2. 2

    Rita, como eu também morei no Espírito Santo eu conheço a torta capixaba e concordo com você, é excelente!
    Eu harmonizei com um vinho branco. Está aí no post e tem até uma foto dele.

    Um abraço
    Daniel

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